MERCEARIA SILVA

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Médicos alertam para o cuidado com a saúde no período de queimadas em Timbiras.

 
Sol vermelho em Timbiras - imagem Silvio ramon

As mudanças climáticas e os focos de incêndio registrados em várias regiões do País não causam transtornos apenas ao meio ambiente. Nessa época do ano, emergências hospitalares recebem um grande número de pessoas com problemas respiratórios causados pela fumaça dos grandes incêndios.

Hoje durante todo o período da tarde desta terça-feira (11/10), muitos timbirenses se depararam com essa triste situação, um tempo abafado e coberto por nuvens de cinzas que caiam com frequência sobre as residências, causando até a mudança brusca na cor do Sol, com aparências avermelhadas.  

Quanto maior a proximidade da queimada, maior o seu efeito à saúde. Por esse motivo, especialistas alertam para o cuidado redobrado da população. De acordo com médico Dr. Antonio Borba, qualquer pessoa que tenha inalado fumaça e resíduos provenientes das queimadas deve recorrer a uma supervisão especializada. Segundo ele, mesmo que em pequena quantidade, as substâncias tóxicas podem causar sérios danos à saúde. “Apresentando qualquer sintoma respiratório, principalmente falta de ar, o serviço médico deve ser procurado imediatamente”, ressalta também que é sempre bom ingerir muito líquidos, evitar pegar sol , evitar fumaça, botar vasilhas com água à noite dentro ambientes cada e tomar banho quantas vezes possível.

 Por que o Sol muda de cor durante o dia?

A luz solar não é amarela nem vermelha, é branca. O branco resulta da soma das sete cores do arco-íris – o violeta, o azul, o anil, o verde, o amarelo, o laranja e o vermelho. Nós enxergamos o Sol com tonalidades diferentes, ao longo de um dia, porque a atmosfera filtra os seus raios, separando as cores. “A nossa percepção do Sol muda por causa das irregularidades na camada de ar que envolve a Terra e pela distância que a luz percorre na atmosfera”, explica o físico Henrique Fleming, da Universidade de São Paulo. Existem partículas de poeira, poluição e gotículas d’água infiltradas entre as moléculas de gás que compõem a atmosfera. Quando o Sol está alto, as cores formadas por ondas de maior amplitude contornam essas partículas e as moléculas. Mas as menores (o violeta, o azul e o anil) não conseguem se desviar e trombam, espalhando-se. Com isso, tingem o céu de azul e o Sol fica amarelo, que é a soma das cores restantes: o verde, o amarelo, o laranja e o vermelho. À medida que o Sol vai se pondo, seus raios têm que atravessar um pedaço maior da atmosfera, colidindo com mais obstáculos. Afinal, no crepúsculo, até as ondas longas, laranja e vermelho, acabam trombando e se desviando, avermelhando gradativamente o horizonte (embora o resto do céu continue azul). A vermelha é a última onda de luz que consegue cruzar a atmosfera e nos atingir, por isso o astro-rei fica vermelho no pôr-do-sol. Por fim, o céu fica preto com a ausência de luz: não chega mais nenhuma cor e nem se vê mais nenhum espalhamento, pois o Sol está abaixo do horizonte.


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