Ross Brawn e Michael Schumacher no GP da Europa de F1, em 2006 (Foto: Reprodução) |
Um acordo
de cavalheiros entre a família de Michael Schumacher e a imprensa alemã (que se estende à mídia internacional) faz com
que não se investigue o estado de saúde do ex-piloto alemão, que
se recupera de uma lesão na cabeça após grave acidente de esqui, nos Alpes Franceses, sofrido em dezembro de
2013.
Mas em entrevista à rede britânica “BBC”, Ross Brawn – amigo íntimo de
Schumi, com quem trabalhou na Benetton, Ferrari e Mercedes – deu poucos
detalhes do progresso do heptacampeão alemão.
- A
família decidiu conduzir a recuperação de Michael de maneira privada, e eu devo
respeitar isso. Existem sinais encorajadores e todos nós rezamos todos os dias
para ver mais sinais como esses. Então fica complicado para mim falar muita
coisa e, ao mesmo tempo, respeitar a privacidade da família. Tudo que posso
dizer é que existe muita especulação sobre o estado de saúde do Michael, a
maior parte equivocada. Mas tudo que podemos fazer é rezar e ter esperança de
que continuemos a ver progresso e que, em um dia, possamos ver Michael
recuperado das terríveis lesões que sofreu – afirmou o britânico.
Michael Schumacher sofreu um gravíssimo acidente de esqui nos alpes
franceses em 29 de dezembro de 2013. Por ter batido a cabeça nas pedras, ele
entrou em coma e precisou passar por diversas cirurgias. O alemão ficou seis
meses em coma e despertou em junho, quando foi transferido de Grenoble para um
hospital em Vaud, na Suíça. Em setembro de 2014, a família levou Schumi para
casa, onde ele recebe acompanhamento 24 horas por dia. De lá para cá, foram
poucas as notícias oficiais.
Por GloboEsporte.com Rio de Janeiro
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