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terça-feira, 17 de agosto de 2021

ARARI - Tribunal do Júri condena acusados por homicídio

 

Crime teria sido motivado por ameaças da vítima aos condenados

Em sessão do Tribunal do Júri da Comarca de Arari, realizada no dia 12 de agosto, os réus Aristônio de Jesus Mendes Lopes e Antonio José Oliveira Lopes foram condenados, respectivamente, a 14 e 12 anos de reclusão em regime fechado, pelo assassinato de Antônio José Neves Oliveira (conhecido como Zequinha), em 23 de setembro de 2020.

Os jurados, por maioria, acolheram a tese de acusação do Ministério Público, que classificou o crime como homicídio qualificado, praticado por motivo torpe, por meio cruel e com recurso que dificultou a defesa da vítima, conforme definição do artigo 121, do Código Penal.

O Ministério Público foi representado no julgamento pela titular da Promotoria de Justiça de Arari, Patrícia Gomes Costa Ferreira, que ofereceu, em outubro de 2020, Denúncia contra os condenados.

CRIME

O assassinato foi cometido, aproximadamente, às 22h, no povoado Campo do Carmo, na zona rural de Arari. Segundo os autos, vítima e condenados saíram no início da noite e consumiram bebida alcoólica. O motivo do crime foi classificado como vingança, uma vez que a vítima teria feito ameaças de morte aos condenados.

De acordo com a Denúncia, os acusados premeditaram o crime, após encontrar com a vítima, em um campo de futebol, próximo à residência de Aristônio. “O emprego de facão e faca, por meio cruel, causou intenso sofrimento à vítima”, narra a manifestação ministerial. O corpo da vítima foi escondido em um matagal, à beira de uma estrada.

Durante interrogatórios, Aristônio afirmou ter desferido dois golpes de facão na vítima. Antonio, também conhecido como “Porquinho”, admitiu golpear duas vezes Zequinha com uma faca.

Após o crime, Aristônio estava escondido em casa de parentes, no bairro Roseana Sarney, quando tentou fugir e foi preso pela polícia. “Porquinho” foi preso em flagrante, por crime de furto, em 29 de setembro de 2020, e confessou que, com Aristônio, havia matado a vítima.

Redação: CCOM-MPMA

 

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