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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Trabalhadora rural tem a vida salva com a atuação articulada de hospitais da rede estadual

Atendimento médico eficiente ajudou a salvar a vida de Maria da Cruz Soares (Foto: Divulgação)
A trabalhadora rural Maria da Cruz Soares, de 41 anos, testemunhou a eficiência do trabalho articulado entre quatro hospitais da rede estadual de saúde do interior do estado. Ela fez uma cirurgia e, depois, de passagens por UTI e cirurgias reparadoras, acredita que, com o esforço das equipes, estrutura das unidades e serviços oferecidos sua vida foi salva.
“Se não fosse o atendimento que recebi, eu acho que não estaria mais aqui. Senti muitas dores nesse período, mas recebi um curativo especial que salvou minha vida. Não imaginava ter isso tudo em hospitais públicos”, afirmou Maria da Cruz Soares, que mora em uma comunidade chamada São João da Mata, município de Lago dos Rodrigues.

Os atendimentos começaram em novembro de 2017, no Hospital de Lago dos Rodrigues, quando precisou ser submetida à remoção total do útero, por via abdominal, procedimento chamado de histerectomia. Na época, ela contraiu uma infecção por bactéria e foi transferida para o Hospital Regional Dra. Laura Vasconcelos, em Bacabal, onde permaneceu na UTI por 28 dias.

Com a infecção controlada, mas com perda de pele na região abdominal, precisou de cuidados curativos por cerca de um ano em Bacabal. Em dezembro de 2018, foi encaminhada para o Hospital Regional de Timbiras para uma cirurgia reparadora, quando a bactéria multirresistente atacou novamente.

Maria da Cruz Soares, recebeu atendimento eficiente em hospitais da rede estadual de saúde no interior do Maranhão (Foto: Divulgação)
Para resolver o caso, a unidade realizou exames de hemocultura, para identificar microrganismos patogênicos no sangue, e análise da secreção, para identificação da bactéria. Dessa forma, era possível fazer uso de antibióticos específicos.

Além disso, o hospital precisou adquirir o Sistema de Terapia Integrada V.A.C., uma forma não invasiva e avançada de cicatrização de feridas.

De alto custo e necessitando de uma capacitação específica, a unidade de terapia inteligente aplica pressão negativa controlada (sub-atmosférica) no local da ferida. Curativos de esponja especial, aplicados no local da ferida permitem que os fluidos sejam drenados continuamente para fora da ferida.

“Cada curativo custa, em média, R$ 3 mil e era preciso fazer a troca a cada cinco dias, por uma equipe treinada formada por dois enfermeiros, um médico anestesista e quatro técnicos de enfermagem”, afirmou Sansão Pinheiro, diretor administrativo do Hospital Regional de Timbiras.

“É um tratamento de ponta, usado em hospitais privados de referência nacional. Mas o que de fato salvou a vida dela foi a efetividade da rede estadual, com cada hospital dando sua contribuição naquilo que é sua especialidade”, completou Pinheiro.

Em janeiro de 2019, Maria da Cruz Soares foi transferida para Hospital Regional Dr. Everaldo Ferreira Aragão, em Caxias, onde foi feito um enxerto de pele na região abdominal, retirada das coxas. Ela, agora, faz acompanhamento no Hospital Regional Dra. Laura Vasconcelos, em Bacabal.

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