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domingo, 24 de março de 2019

Em Codó, prefeito obriga professores a repor aulas após atraso do início do ano letivo de 2019

Por Blog do Bezerra



É sem precedente o absurdo aos quais  os professores da rede pública municipal de Codó estão sendo submetidos. De forma impensada e cruel, todos estão sendo obrigados pelo gestor municipal, Francisco Nagib a realizar a reposição das aulas que não foram ministradas em função do atraso do início do ano letivo de 2019 que estava previsto para início no dia 11/02, porém só veio de fato a acontecer no dia 11/03.

O real motivo do atraso do início das aulas em Codó não foi por culpa ou omissão dos professores e sim da má gestão da educação de Codó que, não tem um calendário claro do que deveria se fazer com o encerramento do ano letivo  do ano de 2018.

Desde o dia 22/12 do ano passado, os professores entregaram as cadernetas com as notas finais doa alunos, após esse período, tanto Secretário quanto prefeito deveriam traçar a metas para o ano seguinte.

Acontece que o prefeito de Codó trata a coisa pública como uma empresa privada, como a de sua propriedade aos quais os funcionários são coagidos a seguir a cartilha do patrão que cobra do fardamento até o estacionamento.

Com a coisa pública existe um arcabouço jurídico que ampara os servidores públicos, onde estes só podem agir em conformidade com a Lei.

Como a culpa do atraso do início do ano letivo não é dos professores, estes não são obrigados a trabalhar nos dias que não estão habituados como os sábados, domingos e feriados, mas por conta de uma política coercitiva, Francisco Nagib tem rasgado a norma determinando que os professores fossem para as salas de aula para repor mais de dez dias letivos, sem ao menos compensá-los financeiramente.

Ato imoral prejudicará alunos da Zona Rural

Os alunos da  Zona Rural serão prejudicados mais uma vez, pois aos sábados os motoristas dos ônibus que transportam os estudantes não trabalham, deixando assim os alunos sem ter acesso ao conhecimento necessário para estarem em condições de igualdade para enfrentar o concorrido mercado de trabalho.

É assim que o gestor maior trata a coisa pública e as pessoas que dependem das políticas inclusivas de condições de igualdade de condições acabam sendo prejudicados.

A culpa é do prefeito e sua equipe, mas quem vai pagar o pato são os professores?

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