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terça-feira, 26 de março de 2019

GAECO EM TIMBIRAS: Dono das empresas BOM JESUS se defende das acusações do Ministério Público

Por Acelio Trindade

Na semana passada mostramos aqui no www.blogdosilvio.com.br e também passou no blog do Acelio, que o Ministério Público numa operação de busca e apreensão realizada dia 21 de março de 2019  no escritório das duas empresas de empréstimos consignados (Promotora Bom Jesus e Poupa Bom Jesus), com atuação em Coroatá e Timbiras, afirmou que o dono Francisco Alves Pereira,  esposa dele Francinete de Sousa Dantas de quem é  sócio e uma funcionária do casal, Samara da Silva Santos, até triplicavam empréstimos sem autorização dos idosos e, as vezes, transferiam o dinheiro direto para a conta da empresa.

Disse que nunca  renovou empréstimos sem o consentimento dos clientes, quanto às transferências diretas.

Foi transferido com autorização de cada cidadão dono da referida conta e aquelas transferências que foram feitas sem autorização do cliente eu irei analisar pra mim saber qual foi o erro, quem fez o erro pra mim poder arcar com toda a despesa, não irei deixar nem um pai de família, nenhuma mãe de família na mão”, sustentou com firmeza.

O Ministério Público também investiga denúncias de que Francisco fazia até títulos de capitalização no nome de quem aparecia nas empresas. Quanto a  isso esclareceu que não tem como fazer capitalização porque a Bom Jesus não tem autorização para este tipo de operação financeira.

Também se defendeu da acusação de ter usado o limite do cheque especial das vítimas.

Limite no cheque especial de cliente tem alguns clientes com exceção que eu tenho todos como provar que eles mesmo não tinha nada, não tinha como fazer mais nada pra eles e eu expliquei, você pode tirar o seu limite do seu cheque especial e nós faz a reposição (…) que na hora do dinheiro dele cai o próprio dinheiro dele volta ao normal e ele levava só aquele saldo pra casa agora teve uns que receberam o dinheiro e não deixaram o valor determinado acordado por mim e por ele”.

O CASO THEODORO/ R$ 17.409,00 DE PREJUÍZO

Também questionamento sobre o caso que mais chamou a atenção do GRUPO DE ATUAÇÃO ESPECIAL DE COMBATE À ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS (GAECO), o do idoso Theodoro Farias que contraiu uma dívida de R$ 17.409,00.

 “Foi tudo acordado com ele, foi tudo autorizado por ele, justamente eu botei uma equipe pra ir com ele até o INSS só que ele não retornou mais ao escritório pra poder fazer aquilo que foi acordado com ele”, disse.

OUÇA A ENTREVISTA AQUI:

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