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sábado, 7 de março de 2020

As mulheres que constroem o próprio espaço

A força da representatividade da mulher em novos espaços tem contribuído para quebrar os estereótipos de gênero em profissões tidas como exclusivamente masculinas. A cada ano, elas se firmam em espaços profissionais antes ocupados apenas por homens e mostram que, quando no exercício dessas funções, superam as expectativas em relação aos resultados e à qualidade do trabalho.

No mundo corporativo, as empresas abrem suas portas para essas mulheres. Caso da VLI, empresa de soluções logísticas, cuja atividade fim, logística integrada às ferrovias, portos e terminais, oportuniza às mulheres atividades diversificadas.

Na Ferrovia Norte Sul (FNS), por exemplo, elas já são manobradoras, auxiliares de maquinistas, agentes de estação, maquinistas, controladoras de tráfego, mecânicas de locomotivas, operadoras de escala. No pátio da VLI, em Porto Franco, a controladora de pátio e terminais, Neldeme Couto, faz parte desse time.

Responsável por controlar e programar o transporte das cargas que chegam à unidade operacional de Porto Franco, ela, em cada turno de trabalho, coloca nos trilhos para seguir viagem até o Terminal Portuário de São Luís (TPSL), um trem de 80 vagões - o que corresponde 10.100 mil toneladas de carga. “Amo o que faço e fico orgulhosa da minha responsabilidade. Trabalho com uma equipe dedicada, de 11 pessoas, em uma atividade que exige atenção, agilidade e sintonia com os colegas. É muito envolvente”, explica a operadora, ao lembrar que a VLI foi o seu primeiro emprego. Hoje, 12 anos depois, vive a expectativa de um novo momento: o de ser mãe.“Rhuan chega em abril”, diz orgulhosa. Com a maturidade de quem soube esperar o momento certo, afirma que ‘tenho uma profissão consolidada e com amplos horizontes“.

No segmento portuário não é diferente. Com o setor despontando cada vez mais  como uma vocação natural para o crescimento do estado, as mulheres avistaram mares de oportunidades no setor. A operadora multimodal I, Elenilde do Rosário, 36, com formação em administração e dois MBA´s - em Logística e Gestão Portuária – saiu da área de educação para a portuária, de olho no crescimento do mercado:  “Como administradora, pensei entrar na área de gestão, mas tive a oportunidade de ser operadora no Terminal Portuário de São Luís e me apaixonei pelo trabalho. Quero seguir em frente”, garante. Sobre a predominância, ainda, de homens no setor portuário, a operadora reconhece que há o que avançar, mas, por experiência própria, ela percebe o quanto esse cenário mudou, “é nítido que  a presença de mulheres alcance ainda mais respeito no exercício da função. Estamos aptas para atuar em qualquer atividade”, conclui.

Sobre a VLI


A VLI tem o compromisso de contribuir para a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Escolhida como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar pela revista Você S/A pelos últimos cinco anos e a primeira colocada do segmento de Logística e Transporte em 2019, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.


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