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terça-feira, 24 de julho de 2018

COROATÁ - A grande questão da atualidade, por Elizeu Santos

A grande questão da atualidade é a pobreza, o desemprego, a falta de respeito entre as pessoas, as injustiças, etc... questão ética proeminente.

Vários governos tentaram solucionar esse problema, mas o fato é que persiste cada vez mais entre os seres humanos. A perpetuação das desigualdades sociais no Brasil é gritante, fruto de uma sociedade injusta, segundo relata alguns estudiosos, ainda não alcançados por diferentes políticas sociais de sucessivos governos.

O problema da exclusão social vem de longe, na Grécia antiga, por exemplo os escravos, estrangeiros, as pessoas não proprietários de terras e as mulheres eram excluídos do convívio social, não podiam participar das decisões políticas daquela época. Já a democracia atual diz que todos os seres humanos, são iguais, assim será dotados de direitos do espaço público e dos bens de consumo, e dessa forma abrangente e inclusiva.

Fiz todo esse breve histórico para chegar de fato a realidade Coroataense. Se observa que aqui em Coroatá a criminalidade vem crescendo a cada dia seguido com o uso e venda de drogas. Esse assunto continua sendo discutido seriamente por professores, e educadores, pais de alunos, sociedade civil, e entidades sociais, etc. É um tema sério que merece uma atenção maior, porque está em jogo adolescentes e crianças, a maioria filhos de pais pobres, mães solteiras, moradores de periferias, que às vezes sem nenhuma perspectiva de um futuro melhor, por falta de políticas sociais, algumas alternativas têm que ser criadas e desenvolvidas para a solução desse problema. O que não pode é nossos jovens mergulharem cada vez mais nesse caminho quase sempre sem volta.

Alguns começam ter contato com produtos ilícitos ainda na adolescência ou mesmo quando criança, simplesmente para atender um pedido de um colega ou ainda para mostrar aos seus amigos que já está pronto para usar. São jovens que se esqueceram do mundo real e sobrevivem às margens de um reflexo individual, acreditando em uma felicidade inexistente, felicidade momentânea, travada por um trago de entorpecentes. Tudo isso debaixo de uma lei de diretrizes e bases da Educação Nacional (LDB), no seu art.5, que diz que o acesso à educação é um direito público subjetivo. Ou seja, qualquer cidadão tem direito e somos obrigados a passar pela educação básica. A educação é a única arma capaz de mudar nosso município, nosso estado, nosso país, caminho de transformações e de grandes conquistas. Isso precisa ser mostrado com mais motivação aos nossos jovens Coroataenses, para que os mesmos não sigam caminhos de grande exclusão social, andando pelas ruas de Coroatá, tendo contato com adolescentes ou mesmo crianças com efeito de drogas. É triste e preocupante, perigoso, deveriam estar estudando como qualquer outra criança da sua idade. Ao observar tudo isso foi o que me levou a refletir acerca dessa problemática, é penoso ter que vê-los sendo escravizados pelas drogas, pessoas inteligentes que deixaram suas casas, seus filhos, a sua história, perdendo a oportunidade de ter um trabalho, construir uma família, ter uma formação, uma vida normal. São seres humanos excluído e escravos daquilo que eles mesmo acreditam em ser bom para si.

Professor - Elizeu Santos

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