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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Goleiro Jackson Follmann tem perna amputada após acidente da Chape

Por - Medellin, Colômbia

Follman é goleiro reserva da Chapecoense (Foto: Divulgação/Linense)
Um dos seis passageiros resgatado com vida após a queda do avião da Chapecoense em Medellín, o goleiro Jackson Follmann teve uma das pernas amputadas em decorrência do acidente. A informação é da repórter Lívia Laranjeira, do SporTV. Além do jogador de 24 anos, outros dois atletas do elenco da equipe catarinense estão internados em hospitais da região: o zagueiro Neto e o lateral Alan Ruschel. Em função do acidente, a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional foi suspensa. O primeiro jogo seria disputado nesta quarta.

- Em um acidente de avião, você sabe que a chance de sobrevivência é praticamente zero. Então, ele estar entre os sobreviventes é um milagre de Deus. A gente só está numa agonia para saber o estado de saúde dele, não sabe nada por enquanto. Se sabe que ele está no hospital - disse o pai do atleta, Paulo Follmann, em entrevista ao G1.

- A gente acordou com uma ligação da noiva dele, que tinha acontecido esse acidente. Na hora meu marido entrou em choque, ficou apavorado. Eu também. A gente fica sem chão, mas coração de mãe nunca se engana. Meu coração dizia que Deus estava protegendo ele, que ele estava bem - acrescentou a mãe, Marisa.

Reserva de Danilo, Follmann foi contratado em maio pela Chapecoense como reforço para o Campeonato Brasileiro. No Rio Grande do Sul, Follmann jogou no Juventude e no Grêmio. Além dos jogadores, o jornalista Rafael Henzel e os comissários de bordo Erwin Tumiri e Ximena Suarez também foram resgatados com vida. Pela lista oficial das autoridades colombianas, 81 pessoas estavam a bordo.

A delegação da Chape saiu de Guarulhos para Bolívia em voo comercial com 72 passageiros e nove tripulantes. Após escala técnica, deixou Santa Cruz de La Sierra em direção a Medellín. Quando sobrevoava a região de Antióquia perdeu contato com o aeroporto, que confirmou o acidente. A causa do acidente teria sido uma pane elétrica. Ainda de acordo com a imprensa local, o piloto teria liberado combustível para evitar explosão após o pouso forçado.

O local da queda do avião é de difícil acesso. Além disso, o mau tempo na região metropolitana de Medellín, além da baixa temperatura - 5º C durante a madrugada, atrapalhou ainda mais o resgate. De acordo com informações fornecidas pelo aeroporto José Maria Córdova, a aeronave perdeu contato com a torre de controle às 21h33 locais (0h33 de Brasília) e caiu às 22h15 (01h15 de Brasília).

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